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Venda da soja e compra à vista de insumos pode ser vantajosa:

A soja disponível em Mato Grosso finalizou a última semana cotada a uma média de R$ 72,89/saca,alta de 1,81%.

O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA) informou, ontem, em seu boletim semanal, que com 39,52% dos insumos para a soja 2020/21 já comercializados em Mato Grosso, o sojicultor já fixou considerável fatia de seu custo de produção para a próxima safra.

“Porém, ainda restam muitos insumos para serem adquiridos e as estratégias de negociação adiantadas podem variar muito. Assim, considerando que o preço da soja disponível está maior do que o valor das fixações para a safra 20-21, a venda da soja recém colhida, aliada à compra à vista de insumos, pode ser benéfica ao sojicultor”.

O instituto acrescenta expondo que, “simulando um negócio em que o produtor consiga desconto de 2% na compra à vista ele pode economizar mais de 1sacade soja/ha(aprox. US$ 22/ha–tabela ao lado) em comparação à opção de comprar este insumo a prazo com juros de 0,4% ao mês. Este tipo de cálculo, com adaptações para cada sojicultor, pode gerar diferenças significativas, principalmente para quem utiliza muito o ‘barter’, estratégia crescente no Estado”.

A soja disponível em Mato Grosso finalizou a última semana cotada a uma média de R$ 72,89/saca, alta de 1,81%. Além de o dólar ter registrado sua máxima, os bons níveis nos prêmios portuários também influenciaram.

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FPA defende reforço no orçamento para o agronegócio:
O Presidente Bolsonaro recebeu os representantes da FPA e destacou a importância do envolvimento da bancada.Garantir acesso à renda, tecnologia e assistência técnica para os produtores rurais no país e a possibilidade de os indígenas explorarem economicamente suas terras com atividades como agricultura, pecuária, foi o tema da reunião desta quarta-feira (12), da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) com o Presidente da República, Jair Bolsonaro, durante café da manhã, no Palácio do Planalto.O Presidente Bolsonaro recebeu os representantes da FPA e destacou a importância do envolvimento da bancada na aprovação do projeto que regulamenta a mineração, produção de petróleo, gás e geração de energia elétrica em terras indígenas (PL 191/2020) no Congresso Nacional.Em tramitação, a proposta dispõe sobre a possibilidade de os indígenas explorarem economicamente suas terras com atividades como agricultura, pecuária, extrativismo e turismo. O presidente FPA, deputado Alceu Moreira (MDB-RS), ressaltou que a medida é importante para legalizar atividades que, na prática, já existem.“Só vai produzir na propriedade o índio que quiser produzir. Mas não tem sentido ele ter 1,311 milhão de hectares como a etnia Parecis, no Mato Grosso, do outro lado tem uma propriedade de 70 mil, 80 mil hectares em que o proprietário vai muito bem, obrigado, e naquela população indígena, o cidadão ter que fazer balaio”, argumentou.Moreira afirmou que é preciso dar condições de escolha aos índios no Brasil. “Não há nenhuma legislação obrigando comunidade indígena a fazer qualquer coisa na sua propriedade. Se o indígena não quiser, ele não faz, se ele quiser continuar vivendo do extrativismo, da caça e pesca, nada interferi nesse projeto de lei,” explicou.O parlamentar ressaltou ainda que será criada uma comissão no Congresso Nacional para “desmistificar” o debate relacionado à produção agropecuária em terras indígenas. Segundo Alceu Moreira, tudo o que for feito nessas áreas deve estar de acordo com a lei. E, citando convenção da Organização Internacional do Trabalho (OIT), acrescentou que o indígena tem o direito de fazer o que ele quiser em suas terras.“A evolução sociológica das comunidades indígenas no Brasil é o isolamento dos índios nas matas, mas hoje isso mudou, alguns já saíram e estão vivendo em vida rural, urbana, com isso, não dá para contornar a liberdade das comunidades com alguém comandando de fora para dentro. Temos que dá a liberdade de escolha para os querem plantar em suas propriedades,” disse.Mais recursos para o Agro – com mais 250 deputados e 40 senadores na bancada, Moreira defendeu também mais investimento para extensão e assistência técnica ao produtor rural.“Um país que se predispõe a ter como um eixo fundamental de sua economia o agro não pode deixar de representar no orçamento assistência técnica e extensão rural, pesquisa e inovação e defesa sanitária. São eixos da garantia da sustentabilidade na produção. Se não está no orçamento, alguém que trabalhou o orçamento não deu a importância devida”, disse o presidente da FPA.Alceu Moreira ressaltou que não é justo uma instituição como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) ter problemas orçamentários enquanto o Brasil tem necessidade de melhorar a sua comunicação científica. “Podemos exigir tudo da Embrapa. O que não podemos é tirar o seu recurso porque ela como instituição de pesquisa é a mais importante nacional e internacionalmente”, afirmou o parlamentar.No fim do ano passado, só na Embrapa, o corte foi de quase metade do que foi destinado em 2019 – a proposta orçamentária do governo destina R$ 1,982 bilhão à estatal em 2020, redução de R$ 1,732 bilhão sobre o valor aprovado para o ano passado, de R$ 3,634 bilhões.De acordo com o líder da bancada, a ministra da Agricultura marcou um encontro com o colega da Economia, Paulo Guedes, para discutir a questão. “O Orçamento agora está na mão da Câmara, na mão do Congresso. Temos que articular para conseguir os recursos necessários”, disse.O encontro da FPA com o Jair Bolsonaro deu sequência a outro, realizado no ano passado, em que foram discutidos assuntos relacionados ao agronegócio e questões políticas. A pauta específica do setor incluiu questões como endividamento rural, demarcação de terras indígenas, tecnologia no campo e mais recursos para o setor, principalmente nas áreas de pesquisa, defesa e assistência técnica.
Algodão: recentes altas afastam compradores:
No geral, a expectativa é que a liquidez doméstica volte a aumentar apenas após o carnaval.De acordo com pesquisadores do Cepea, as negociações envolvendo algodão em pluma estão lentas no mercado spot nacional. As recentes altas nos preços afastaram compradores, que trabalham com estoques e/ou com o produto recebido por meio de contratos.Vendedores consultados pelo Cepea, por sua vez, estão firmes nos valores pedidos, atentos ao elevado patamar do dólar e às altas nos preços da pluma na China.No geral, a expectativa é que a liquidez doméstica volte a aumentar apenas após o carnaval. Entre 11 e 18 de fevereiro, o Indicador do algodão em pluma CEPEA/ESALQ, com pagamento em 8 dias, subiu ligeiro 0,30%, fechando a R$ 2,8571/lp nessa terça-feira, 18.
Produção de algodão deve estagnar na próxima safra:
O crescimento previsto para o algodão na primeira safra de 2020 é de apenas 1,88% em relação à safra passada.Segundo a primeira estimativa da safra de 2019/2020 do estado de Mato Grosso, a produção de algodão no estado deve estagnar durante as próximas safras. O motivo seria o grande crescimento que ocorreu nos últimos anos, desestabilizando o sistema produtivo. Os dados foram apresentados na reunião do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), que ocorreu na manhã desta quinta-feira (12) na sede do IBGE em Cuiabá.“Nos últimos dois anos a área plantada e a produção de algodão cresceu bastante, e esse ano não cresceu nos mesmos patamares. Segundo relatos dos nossos informantes, isso é em função de que agora o sistema produtivo, o mercado precisa estabilizar pra poder seguir e continuar crescendo, pra ver se está organizado de uma forma que dá pra crescer mais” explicou Ricardo Aratani, analista do IBGE e um dos responsáveis pelo levantamento da produção agrícola.O crescimento previsto para o algodão na primeira safra de 2020 é de apenas 1,88% em relação à safra passada, apesar do crescimento de área plantada, que deve chega a 1,182 milhão de hectares.Já para a soja, principal insumo produzido por Mato Grosso, a expectativa é de que um aumento de 2,5% na área plantada em relação à safra passada, totalizando quase 10 milhões de hectares plantados.O destaque da próxima safra, no entanto, está no gergelim. O grão, que antes não possuía uma classificação própria enquanto produto, teve um crescimento de 132,8% na produção em relação à última sofra, chamando a atenção de produtores e analistas. Sua área plantada, todavia, totaliza aproximadamente 120 mil hectares, número pouco expressivo em comparação a outros cereais. 
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