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Soja em queda livre nos EUA:

"Guerra Comercial disparou sangria inestancável na economia agrícola dos Estados Unidos", diz ARC.


O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na quinta-feira (15.08) baixa de 7,50 pontos no contrato de Setembro/19, fechando em US$ 8,58 por bushel. Os demais vencimentos em destaque da commodity na CBOT também fecharam a sessão com desvalorizações entre 6,75 e 7,50 pontos.

Os principais contratos futuros tiveram uma sessão de perdas no mercado norte-americano da soja, com cancelamentos chineses pressionando as cotações

. “O relatório semanal de vendas de exportação indicou reduções líquidas de 109.878 MT para soja de safra velha para a semana que terminou em 8/8. Isto foi conduzido por cancelamentos líquidos de 422.658 mt da China”, aponta a T&F Consultoria Agroeconômica.

De acordo com a Consultoria ARC Mercosul, as exportações norte-americanas neste ano derreteram:

“Sem qualquer sombra de dúvidas a Guerra Comercial disparou uma sangria inestancável na economia agrícola dos Estados Unidos. Faltando apenas 16 dias para o encerramento do ano comercial estadunidense 2018/19, os embarques da soja no país se acumulam no menor nível desde 2016, num total de 43 milhões de toneladas, sendo 10 MTs abaixo do total embarcado no último ano comercial. Entretanto, o foco do mercado já se mostra direcionado para os compromissos de exportação do período 2019/20”.

“Nesta última semana, um total de 817,4 mil toneladas de soja dos EUA foi vendida em papéis (contratos de entrega) para este próximo ano comercial. A grande preocupação da especulação paira sobre o acumulado já vendido, que soma apenas 4,5 MTs, sendo o menor número dos últimos 13 anos. Na Argentina, a política se afunda em crise. A inabilidade de articulação do atual presidente argentino, Macri, impede qualquer tentativa de reaquecimento econômico no país. Somente nesta semana, o Peso Argentino saltou de $45 por dólar, para a região dos $60 por dólar”, concluem os analistas da ARC.

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Brasil deve ultrapassar EUA como maior produtor mundial:
As expectativas da consultoria INTL FCStone são de que o Brasil ultrapasse os EUA e ocupe o posto de maior produtor mundial de soja. Em sua primeira estimativa para a safra brasileira de soja 2019/20, o grupo trouxe uma produção recorde, de 121,4 milhões de toneladas, um crescimento de 5,5% frente a 2018/19.“Esse volume seria resultado de uma área plantada também recorde, de 36,4 milhões de hectares, com o aumento do plantio em vários estados, representando um crescimento médio de 1,6% em relação ao registrado no ciclo 2018/19”, explica a analista de mercado da INTL FCStone, Ana Luiza Lodi. Destaca-se a expansão sobre pastagens em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Em Mato Grosso do Sul, também há incorporação de algumas áreas de cana-de-açúcar.No Rio Grande do Sul, a expectativa é de que o arroz perca áreas para a soja neste ano, principalmente na metade sul, além de alguma área de pastagem. Já na Bahia, espera-se a incorporação de áreas novas, além de expansão sobre o algodão.Segundo estimativa divulgada pela consultoria, o consumo interno de soja deve continuar crescendo com a produção de carnes e o aumento da mistura obrigatória de biodiesel. A expectativa é que a demanda doméstica atinja 46,5 milhões de toneladas.“Quanto às exportações, uma safra maior abre espaço para o crescimento dos embarques, mas tudo vai depender do volume de compras chinesas e se um acordo comercial vai ser alcançado em breve ou não”, pondera a analista Ana Luiza. Com exportações em 75 milhões de toneladas, os estoques finais da safra 2019/20 continuariam em níveis reduzidos, estimados em 1,62 milhão de toneladas.Em relação à safra 2019/20 de milho, a INTL FCStone divulgou sua estimativa para a primeira safra, em 26,3 milhões de toneladas, nível muito próximo do registrado no ciclo anterior.“A área plantada do cereal ficou praticamente estável no comparativo anual, em 4,9 milhões de hectares, e a produtividade também segue a tendência dos últimos anos até o momento”, afirmou a consultoria, em relatório.
Cresceu ocorrência de lagarta spodoptera no algodão:
As lagartas spodoptera ocasionaram danos em cultivares de praticamente todas as tecnologias Bts.Das pragas da cultura do algodão em Mato Grosso, as lagartas do gênero Spodoptera frugiperda foi a que aumentou a ocorrência na safra 18/19 em todas as regiões produtoras do estado. Uma das causas do crescimento da ocorrência dessa lagarta é a evolução da resistência de pragas aos métodos de controle. Elas prejudicam o desenvolvimento inicial das plantas e comprometem a produtividade das lavouras de algodão.“Observamos que as lagartas spodoptera ocasionaram danos em cultivares de praticamente todas as tecnologias Bts, exceto nas cultivares GLTP que contam com a expressão da proteína VIP3Aa que proporcionou controle satisfatório desta espécie”, apontou Jacob Crosariol Netto, entomologista do Instituto Mato-grossense do Algodão (Ima), palestrante do XI Encontro Técnico de Algodão que acontece em Cuiabá desde terça (10) e conta com a participação de agrônomos, consultores, técnicos e produtores rurais.A adoção de boas práticas agrícolas é apontada como principal recomendação para quem não quer ter dor de cabeça na próxima safra com a spodoptera. É com o monitoramento, segundo Jacob Netto, que o produtor vai se embasar para a tomada de decisão e ao atingir o nível de controle, deve-se utilizar sempre inseticidas com diferentes modos de ação a fim de evitar seleção de populações resistentes.“Além disso o produtor pode optar por um plano regional utilizando cultivares Bts e sempre a área de refúgio. A tecnologia de aplicação também é um fator importante, o produtor deve se certificar que ao realizar a aplicação o produto chegue no alvo, tendo uma boa cobertura de gotas”.Para o entomologista, o principal desafio da classe produtora para atender a demanda do mercado consumidor é conseguir montar uma boa equipe de monitoramento, bem como uma estrutura operacional que seja compatível com o tamanho da área de cultivo. “Muitas vezes o parque de máquinas é um pouco defasado atrasando as aplicações, abrindo brechas para o crescimento populacional desta espécie”.
Soja recupera preço antes do relatório do USDA:
Ausência de ameaças climáticas nas próximas semanas no Meio Oeste dos EUA pressionou.O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na quarta-feira (11.09) baixa de 5,50 pontos no contrato de novembro/19, fechando em US$ 8,665 por bushel. Os demais vencimentos em destaque da commodity na CBOT também fecharam a sessão com desvalorizações entre 5,00 e 5,50 pontos.Os principais contratos futuros voltaram a ter um dia de perdas no mercado norte-americano da soja, num dia de ajustes negativos para os grãos em Chicago. “O mercado se prepara para o relatório mensal do USDA a ser divulgado nesta quinta-feira, às 13h00 (horário de Brasília). A ausência de ameaças climáticas para as próximas semanas no Meio Oeste americano ajudou a pressionar as cotações”, aponta a T&F Consultoria Agroeconômica.De acordo com a Consultoria ARC Mercosul, o mercado hoje se inclinou para a inércia ao repouso:“A especulação desacelerou os movimentos de compras e vendas, uma vez que o novo relatório do USDA de amanhã poderá trazer ‘surpresas’ de alto risco. Os bastidores aqui da CBOT continuam divididos entre apostas de produtividades estimadas em alta, contra outros que dizem que a safra norte-americana é um fracasso”.“A ARC já tem recebido alguns resultados de colheita de clientes pelo Delta do Mississippi e ao extremo sul do Cinturão, onde produtividades estão entre 20% - 40% inferiores ao ano passado. Entretanto, estes talhões iniciais foram os mais afetados por todas as intempéries climáticas desta temporada agrícola aqui nos Estados Unidos. Nossa equipe técnica sugere que reduções de produtividade para a safra norte-americana deverão ser observada amanhã. Entretanto, o movimento de alta nos preços não será duradouro sem uma demanda em ascensão”, concluem os analistas.
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