PETROVINA SEMENTES
menu hamburger
Whatsapp

Blog

Plantio da soja chega a 10% no Brasil, estima consultoria

Os produtores brasileiros de soja concluíram cerca de 10% do plantio da safra 2021/22 até quinta-feira, 7, contra 4% uma semana antes e 3% no mesmo período do ano passado, aponta o relatório divulgado nesta segunda-feira, 11, pela consultoria AgRural.

Segundo o boletim, a semana passada registrou chuvas em boa parte do Brasil, que favoreceram o avanço das máquinas em regiões mais adiantadas e também o início dos trabalhos onde o produtor ainda esperava melhora da umidade para começar a semear a safra 2021/22 de soja.

O ritmo foi puxado por Mato Grosso, que já supera a máxima de cinco anos, e pelo Paraná, e só não foi mais acelerado devido às chuvas ainda irregulares no primeiro estado e ao excesso de umidade no segundo.

Mesmo com chuvas ainda aquém do ideal, também já há plantio na maioria dos outros estados produtores, uma vez que as pancadas recentes já dão condições de semeadura em diversas áreas, num cenário mais promissor do que o da safra passada.

Milho

O plantio de milho verão 2021/22, por sua vez, chegou na quinta-feira (07) a 38% da área estimada para o Centro-Sul do Brasil, ante 33% na semana precedente e 39% um ano atrás. O ritmo da semeadura perdeu força no Sul devido ao excesso de umidade, mas as lavouras se desenvolvem bem.

Com algumas chuvas registradas na semana passada e melhora da umidade do solo, São Paulo e Minas Gerais começaram a colocar as plantadeiras em campo.


CRIADO EM 11/10/2021 ÀS 9H51 POR CANAL RURAL - ATUALIZADO EM 11/10/2021 ÀS 9H51

Confira mais publicações
Produção de sementes de soja aumenta 449% em 10 anos em MT, diz pesquisa
Essa demanda está diretamente ligado ao melhoramento genético que ajuda no controle de pragas e doenças e contribui para os acréscimos de produtividade, segundo a associação.Até a semeadura, o processo possui várias fases, que vão da pesquisa nos laboratórios até a produção pelas sementeiras.O presidente de uma sementeira em Pedra Preta, a 243 km de Cuiabá, Carlos Ernesto Augustin disse que o avanço da biotecnologia, da genética e a qualidade da semente foram fatores que influenciaram esse aumento."Três coisas impactam na produtividade. A melhoria genética, a inclusão da biotecnologia, que ajudaram com a resistência a herbicida e resistência a lagarta, e a qualidade técnica da semente com boa germinação", contou.Laboratórios fazem a análise da semente — Foto: Reprodução/TVCAA sementeira possui 100 mil hectares de área e produz 19 variedades de sementes de soja."Temos oito agrônomos acompanhando tudo desde o plantio até a colheita. Este ano nós tivemos entre 90 e 100 sacos por hectare. A média aqui da nossa região foi de 65 sacos", disse o presidente.Em Mato Grosso, a Associação dos Produtores de Sementes (Aprosmat) realiza as análises de sementes em laboratórios. De acordo com a responsável técnica do laboratório da aprosmat, Daniele Brantester, a partir dos estudos é identificado a qualidade física e fisiológica da semente.
A geopolítica e seus reflexos no Agronegócio
A população mundial atingiu 7,8 bilhões de habitantes na virada do ano de 2021, e a estimativa é que, em menos de três décadas, chegará a 9 bilhões, segundo o Instituto de Censos norte-americano. Diante disso, a pergunta que fica é: quem irá suprir alimentos para este enorme contingente de pessoas? Neste contexto, falar em segurança alimentar é essencial. Significa dar a todos o direito ao acesso regular e permanente a alimentos de qualidade, em quantidade suficiente, tendo como base práticas que promovam saúde, respeitem a diversidade cultural e sejam sustentáveis do ponto de vista ambiental, econômico e social.Muitos países têm dificuldades em produzir alimentos em quantidade suficiente para abastecer seus mercados internos, o que não é o caso do Brasil, uma vez que um em cada quatro grãos consumidos no mundo é produzido nas fazendas brasileiras. Arroz, feijão, café, açúcar, suco de laranja, proteína animal, soja e milho são parte da rica e diversificada produção brasileira.De acordo com Rafael Possik,  para empreender no campo é preciso ser inovador e estar antenado com o que acontece no mundo. “É necessário entender a geopolítica e seus reflexos no campo”, destaca.Um exemplo é o que vem acontecendo no conflito entre Rússia e Ucrânia. O primeiro é o principal fornecedor de fertilizantes para as lavouras brasileiras. E os Estados Unidos, que são um dos principais compradores de commodities do Brasil, ao lado da China, apoiam a Ucrânia. “É preciso entender que o conflito da Rússia com a Ucrânia pode elevar o preço do barril do petróleo e, com isso, puxar a cotação do etanol, que além do Brasil já é usado nos Estados Unidos, China e Índia como combustível verde. Esse cenário resulta numa produção menor de açúcar, com a consequente elevação nos preços”, explica José Roberto Cunha, coordenador do curso da FAAP.Na mesma linha, a professora Ana Paula Prado, também coordenadora e professora do curso da FAAP, diz que é necessário, ainda, abordar técnicas de análise prospectiva para enfrentar as adversidades deste mercado. “O agricultor brasileiro é inovador, criativo e a cada ano aumenta sua produtividade, respeitando a biodiversidade.” 
54% dos agricultores pretendem investir em drones neste ano
Mais da metade dos agricultores (54%) pretende aumentar os investimentos em drones neste ano. Este é uma das conclusões do estudo “Situação da Indústria de Drones 2022”, que é divulgado anualmente pela empresa estadunidense DroneDeploy.A pesquisa consultou 766 clientes da empresa, de 20 setores econômicos e mais de 40 países e apontou, também, as principais motivações dos usuários da construção civil e setor de energia, além da agricultura.Entre os entrevistados da agricultura, 33% planejavam aumentar seus gastos entre 10% e 50% e 21% afirmaram que devem aumentar os gastos em 50% ou mais em sistemas e equipamentos para drones.As principais áreas de interesse a serem expandidas incluem pulverização de culturas, fertilização e amostragem de solo. Até 2020, os principais objetivos eram a digitalização de operações (58%) e eficiência no planejamento (50%).Como as empresas de energia, a agricultura ainda usa drones (68%) e uma variedade de outros sensores (21%) para monitorar as áreas de forma digital. Na agricultura, estes recursos podem medir desde umidade do solo e presença de pragas até outras condições das lavouras.MotivaçõesO aumento da produtividade é a principal entrega dos drones na indústria agrícola para 67% dos entrevistados, seguido de perto por operações mais eficientes (64%) e facilidade de documentar a rotina (60%).Em 2021, a eficiência operacional liderava a lista com 56%, seguida por aumento de produtividade (52%) e redução de custos (45%).Os produtores também disseram que a automação é mais importante para seus negócios (57%) do que para outras indústrias, com 30% afirmando que é extremamente importante.Do mesmo modo, o aprendizado de máquina por meio da inteligência artificial (IA) é classificado por 57% dos entrevistados como altamente importante para o agronegócio.Ao mesmo tempo, um menor número de entrevistados tem planos de expandir o mapeamento aéreo no próximo ano em relação à pesquisa de 2021, mas ainda assim são uma maioria com 58%.54% dos entrevistados da agricultura disseram que os drones se tornarão muito mais comuns nos próximos dois anos; com 15% dizendo que serão onipresentes.
VER MAIS

Fale conosco

Selecione um assunto
Opção 1
Opção 2
Opção 3
Opção 4
*Campos obrigatórios
Enviar
Sementes Petrovina

Trabalhe conosco

*Campos obrigatórios.
*Arquivos aceitos Word e PDF.
Anexar arquivo Anexar
Enviar
Logo Petrovina Original em Vetor
CotaçõesCotações
Dólar
Bolsa Chicago