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publicado em 14 de junho de 2016

IBGE estima queda de 6,5% e safra de 195,9 mi de toneladas:

A estimativa da área a ser colhida pelos produtores agrícolas brasileiros em 2016 é de 57,7 milhões de hectares, um crescimento de 0,2% em relação a 2015, quando foi de 57,6 milhões de hectares

O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola de maio estima uma safra de 195,9 milhões de toneladas em 2016, um recuo de 6,5% em relação à produçãode 2015, quando totalizou 209,4 milhões de toneladas, informou o IBGE.A nova projeção é ainda 4,6% menor do que o previsto em abril, com 9,5 milhões de toneladas a menos. Se confirmada, será a maior queda em volume (13,5 milhões de toneladas) da série histórica iniciada em 1975.

A estimativa da área a ser colhida pelos produtores agrícolas brasileiros em 2016 é de 57,7 milhões de hectares, um crescimento de 0,2% em relação a 2015, quando foi de 57,6 milhões de hectares.

Em relação à estimativa de abril, a área recuou 1,4%. O arroz, o milho e a soja – principais produtos da safra nacional – responderam por 87,4% da área a ser colhida e 92,5% da estimativa da produção.

Na comparação com 2015, houve aumento de 2,7% na área da soja e redução de 0,4% na do milho. A área de arroz teve redução de 9,1%. Quanto à produção, houve recuo de 0,4% para a soja, de 11,6% arroz e queda de 14,1 % o milho, quando comparadas a 2015.

Conab;

No 9º Levantamento de safra da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) também divulgado nesta quinta-feira a produção brasileira de grãos na safra2015/16 deve alcançar 196,49 milhões de toneladas, o que corresponde a uma queda de 5,4% (11,12 milhões de t a menos) em comparação com 207,67 milhões de t na safra 2014/15 . A Conab informa que a estimativa é superior à safra 2013/14, que foi de 193,6 milhões de t.

Conforme comunicado da estatal, a queda na produção é resultado de adversidades climáticas, que prejudicaram o milho primeira e segunda safras durante o ciclo vegetativo, como estiagens prolongadas e altas temperaturas. A primeira safra do cereal, que deve alcançar 26,2 milhões de t, registrou queda de 3,9 milhões de toneladas.

FONTE: PORTAL DO AGRO NEGÓCIO