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publicado em 4 de maio de 2018

Paraguai vai colher 9,4 milhões de toneladas de soja:

A área de soja plantada na segunda safra deverá ficar em tornos dos 550.000 hectares.

Um relatório divulgado pelo Departamento da Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indica que, apesar da queda de quase 3% na área plantada na safrinha da soja 2017/18, a produção paraguaia deverá ficar acima da média e atingir 9,4 milhões de toneladas. O declínio na área plantada se deve, principalmente, ao incentivo governamental para o desenvolvimento de culturas alternativas como o milho de segunda safra por exemplo.

De acordo com o relatório, a área plantada na primeira safra de soja deverá permanecer em torno de 2,8 milhões de hectares, enquanto a área da safrinha rondará os 550.000 hectares, com uma diminuição de 100.000 hectares, que devem ser destinados para a rotação regular de culturas.

Segundo o USDA, mesmo com essa queda, a tendência é que os produtores paraguaios continuem investindo em insumos agrícolas que devem aumentar cerca de 10%. “Estima-se também que 30% a 40% da área é plantada com a semente INTACTA da Monsanto. Espera-se que esta tendência continue com o plano da empresa de aumentar o uso para 60% da área no futuro”, afirma.

O relatório também revisou as estimativas para a safra 2016/17 em até 10,2 milhões de toneladas devido as boas condições climáticas do período. A área, que deveria diminuir em 525.000 hectares, acabou crescendo e atingindo 650.000 hectares, mesmo com os atrasos na colheita devido as temperaturas mais frias

. ” Mais de 40% da colheita foi plantada em setembro e foi ajudado por chuvas abundantes. Junto com boas condições climáticas, a safra experimentou pouca incidência de pragas, como a ferrugem da soja”, destaca parte do documento.

Espera-se também que as exportações de soja 2017/18 caiam para 5,55 milhões de toneladas, o que significa uma queda de 11% em comparação para a temporada anterior.

O relatório também destaca que essa safra deverá ser uma das mais rentáveis para os produtores por causa “dos rendimentos mais elevados, custos estáveis e bons preços”, com os lucros girando em torno de uma margem líquida de US $ 490 por hectare.

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