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publicado em 23 de fevereiro de 2018

Soja brasileira ignora Chicago e segue em alta:


Boas margens de esmagamento estão ativando a capacidade das indústrias.

As cotações da soja tiveram na quinta-feira (22.02) mais um dia de ganhos no mercado físico brasileiro, em alinhamento com as altas na Bolsa de Chicago (CBOT). De acordo com a T&F Consultoria Agroeconômica, em média os preços subiram 0,30% nos portos e 0,82% no interior do País.

O analista da T&F, Luiz Fernando Pacheco, ressalta que as valorizações ocorreram no mesmo dia em que o Dólar caiu 0,40% e Chicago caiu 0,3%. “As boas margens de esmagamento estão ativando a capacidade ociosa das indústrias, motivadas também pela demanda de óleo de soja para a mistura no biodiesel brasileiro (e americano)”, explica Pacheco.

 “As indústrias do mundo inteiro (inclusive no Brasil) estão trabalhando para ocupar a oferta de farelo da Argentina, maior exportador do produto, que deverá ser menor neste ano comercial. Este movimento foi maior do que o desenvolvido pelos exportadores de grão, no Brasil, confirmando nossa avaliação de que os preços do mercado interno estão se descolando de Chicago e das exportações”, completa o titular da T&F Consultoria Agroeconômica.
 DÓLAR;

Após três pregões seguidos de alta, o Dólar voltou cair abaixo de R$ 3,25 (recuo de 0,40%) em função da entrada de muita moeda norte-americana no País. De acordo com analistas de mercado, esse fluxo é motivada pelo anúncio do Federal Reserve (banco central dos Estados Unidos) de que pretende elevar os juros básicos neste ano de 2018. “O fluxo de ingresso de recursos está forte”, afirmou mais cedo o superintendente da Correparti Corretora, Ricardo Gomes da Silva.