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publicado em 7 de fevereiro de 2018

Clima na Argentina ainda dá suporte e soja inicia 4ª feira com altas de mais de 6 pts em Chicago Publicado em 07/02/2018 08:53 76 415 exibições LOGO nalogo Pelo segundo dia consecutivo, os preços da soja negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) operam em campo positivo. Na manhã desta quarta-feira (7), as principais posições da oleaginosa testavam ganhos de mais de 6 pontos, perto das 8h33 (horário de Brasília). O março/18 era cotado a US$ 9,92 por bushel, enquanto o maio/18 era negociado a US$ 10,03 por bushel. Conforme informações reportadas pela Reuters, os futuros da commodity subiram e atingiram os patamares mais altos em seis dias. As cotações continuam sendo impulsionadas pelas previsões climáticas na Argentina. “A soja encontra sustentação nas preocupações sobre as chuvas previstas na Argentina no final de semana e também ao longo da próxima semana. Há especulações de que as precipitações não sejam suficientes para aliviar o estresse na cultura”, destacou a agência. Após um longo período sem chuvas e com altas temperaturas, a safra da Argentina já apresenta perdas, segundo destacam os órgãos oficiais. “Se as chuvas não chegarem, a safra poderia sofrer os efeitos e cair para 40 milhões de toneladas de soja nesta temporada”, disse Eduardo Sierra, o principal assessor climático da Bolsa de Cereais de Buenos Aires.

Pelo segundo dia consecutivo, os preços da soja negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) operam em campo positivo. Na manhã desta quarta-feira (7), as principais posições da oleaginosa testavam ganhos de mais de 6 pontos, perto das 8h33 (horário de Brasília). O março/18 era cotado a US$ 9,92 por bushel, enquanto o maio/18 era negociado a US$ 10,03 por bushel.

Conforme informações reportadas pela Reuters, os futuros da commodity subiram e atingiram os patamares mais altos em seis dias. As cotações continuam sendo impulsionadas pelas previsões climáticas na Argentina.

“A soja encontra sustentação nas preocupações sobre as chuvas previstas na Argentina no final de semana e também ao longo da próxima semana. Há especulações de que as precipitações não sejam suficientes para aliviar o estresse na cultura”, destacou a agência.

Após um longo período sem chuvas e com altas temperaturas, a safra da Argentina já apresenta perdas, segundo destacam os órgãos oficiais. “Se as chuvas não chegarem, a safra poderia sofrer os efeitos e cair para 40 milhões de toneladas de soja nesta temporada”, disse Eduardo Sierra, o principal assessor climático da Bolsa de Cereais de Buenos Aires.

 

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