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publicado em 8 de janeiro de 2018

Milho: Em Chicago, mercado inicia sessão desta 2ª feira com ligeiras quedas, próximo da estabilidade:

Às 8h19 (horário de Brasília), as principais posições da commodity testavam quedas entre 0,25 e 0,50 pontos.

 

Na Bolsa de Chicago (CBOT), os futuros do milho iniciaram a sessão desta segunda-feira (8) com leves quedas, próximos da estabilidade. Às 8h19 (horário de Brasília), as principais posições da commodity testavam quedas entre 0,25 e 0,50 pontos. O março/18 operava a US$ 3,50 por bushel, enquanto o maio/18 trabalhava a US$ 3,59 por bushel.

O mercado ainda aguarda informações que possam movimentar os preços em Chicago, conforme ponderam as agências internacionais. No quadro fundamental, o clima na Argentina segue no radar dos participantes do mercado, assim como, as exportações americanas.

Ainda hoje, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reporta seu novo boletim de embarques semanais, importante indicador de demanda. Além disso, os investidores já se preparam para o próximo relatório de oferta e demanda do órgão, que será reportado na próxima sexta-feira (12).

Veja como fechou o mercado na última sexta-feira:

Milho: À espera de novas informações, mercado fecha primeira semana do ano com leves ganhos em Chicago

Na Bolsa de Chicago (CBOT), a primeira semana de 2018 foi de ligeira alta aos preços da milho, conforme levantamento realizado pelo economista do Notícias Agrícolas, André Lopes. As principais posições do cereal subiram entre 0,07% e 0,14%. No pregão desta sexta-feira (5), as cotações da commodity testaram os dois lados da tabela, mas finalizaram o dia próximos da estabilidade.

O vencimento março/18 subiu 0,25 pontos e terminou o dia a US$ 3,51 por bushel. Já o maio/18 era cotado a US$ 3,59 e fechou a semana estável. O julho/18 caiu 0,25 pontos, negociado a US$ 3,67 por bushel.

De acordo com informações das agências internacionais, o mercado ainda caminha de lado à espera de novas informações. Porém, ainda não há dados que possam impulsionar as cotações do cereal nesse momento.

“Eles estão procurando por uma história de baixa”, disse Benson Quinn Commodities ao Agrimoney.com. E, ainda segundo o site internacional, a notícia pode ocorrer no próximo boletim de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), que será reportado na próxima sexta-feira (12).

A expectativa é que o órgão revise para cima a produtividade das lavouras norte-americanas na última temporada. “Os analistas privados afirmam que uma mudança de 185,6 sacas por hectare para 187,3 sacas por hectare não seria absurda”, reportou CHS Hedging.

No cenário fundamental, os investidores ainda monitoram o comportamento do clima na América do Sul, em especial na Argentina. Mas, por enquanto, as previsões climáticas ainda indicam clima mais quente e seco no país nos próximos dias.

Até o momento, os produtores argentinos já semearam 77,9% da área projetada para essa temporada, de 5,4 milhões de hectares. “O plantio avança sobre o centro e o sul do país. As províncias de Buenos Aires e Córdoba foram as que registraram os maiores avanços”, destacou o Panorama Agrícola Semanal (PAS) da Bolsa de Cereais de Buenos Aires.

Nesta sexta-feira, o USDA divulgou seu novo boletim de vendas para exportação. No caso do milho, as vendas somaram 101,2 mil toneladas, na semana encerrada no dia 28 de dezembro. No período, o maior comprador do produto americano foi a Coreia do Sul.

Mercado interno;

Nesta sexta-feira, os preços do milho praticados no mercado doméstico permanecem estáveis. Em Castro (PR), o valor subiu 3,45%, com a saca do cereal a R$ 30,00. No Porto de Paranaguá, o valor continuou inalterado em R$ 32,00 a saca.

Na primeira semana do ano, os negócios ainda foram mais pontuais. “Aos poucos o produtor está mais disposto a negociar a sua produção e as indústrias de consumo tentam se abastecer”, reportou a Radar Investimentos em seu comentário diário.

O foco dos participantes do mercado permanece no andamento da safra de verão no país. No Rio Grande do Sul, o retorno da umidade do solo no último período beneficiou as lavouras do cereal, recuperando em muitas áreas o potencial produtivo, informou a Emater/RS.

” A fase de desenvolvimento vegetativo se apresenta com 21%. Parte da cultura implantada no cedo já se encontra em colheita atingindo 7% da área estimada, e as demais (60%) avançam rapidamente para a maturação final (12%). Já para as áreas semeadas no final de setembro, o potencial produtivo poderá ter pequena redução”, ainda conforme dados da entidade.

Enquanto isso, no Paraná, em torno de 86% das lavouras estão em boas condições, segundo levantamento realizado pelo Deral (Departamento de Economia Rural). 40% das lavouras estão em fase de floração e 2% em maturação.

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