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publicado em 12 de dezembro de 2017

Soja segue em baixa também no Brasil:

Acompanhando o viés observado na Bolsa de Chicago.

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As cotações da soja tiveram na segunda-feira (11.12) mais um dia de baixas dos preços no mercado físico do interior brasileiro, acompanhando o viés observado na Bolsa de Chicago (CBOT). De acordo com a T&F Consultoria Agroeconômica, em média, os preços caíram 0,62% no interior e 0,20% nos portos.

“O Mato Grosso é o maior estado produtor de soja do Brasil, devendo produzir algo entre 28 e 29 milhões de toneladas nesta safra e com potencial para dobrar esta produção nos próximos 20 anos. O estado tem opções de escoamento pelos portos do Norte (Itacoatiara, Barcarena, etc) e do Sul (Rio da Prata, por barcaças, mas que deve ser pouco usada), assim como pode escoar por via rodoviária pelos portos de Paranaguá e Santos (mais pela tradição do que pela logística). Deve, portanto, ser observado com cuidado em qualquer análise. Ele já tem 98% da sua área plantada, zero por cento colhido e 38% vendido antecipadamente”, afirma a T&F.

FUNDAMENTOS;
“As previsões climáticas para a Argentina se mostram mais favoráveis a partir do dia 18 de dezembro. Nas atualizações de hoje, mais chuvas foram adicionadas para o centro-leste argentino, para o período de 18 a 23 de dezembro. Até esta última sexta-feira, 8, os índices pluviométricos para tal região não ultrapassavam os 20 mm acumulados. Hoje, para o mesmo intervalo de tempo, o mesmo modelo climático traz chuvas projetadas em 30-45mm”, afirma a Consultoria AgResource.
De acordo com os analistas da ARC, a grande variabilidade destas precipitações traz esperança para o produtor da região, ao mesmo tempo que a confiabilidade em tais leituras não é tão certeira: “A confirmação desta rodada de novas precipitações deverá ser um forte direcionador da tendência climática para o começo de 2018. A ARC lembra que o La Niña ainda é um fenômeno presente que tem causado grande diferenciação climática nas leituras”.