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publicado em 9 de agosto de 2016

“Estamos cuidando dos problemas de produção e agroindústria”, pontua Geller durante Abag:

''Estamos cuidando dos problemas de produção e agroindústria”, pontua Geller durante  Abag

“Temos que falar menos e ouvir mais”. A colocação é do ex-presidente do Supremo Tribunal Federal e Tribunal Superior Eleitoral, Carlos Ayres Britto, durante o painel “Ética e o Brasil” no 15º Congresso Brasileiro do Agronegócio, em São Paulo. O secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Neri Geller, concordou com a declaração do ministro e afirmou em cerimônia de encerramento que é “exatamente o que o Ministério vem procurando fazer”.

O 15 Congresso Nacional do Agronegócio, promovido pela Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), reuniu diversas lideranças do setor produtivo, indústria, multinacionais, autoridades e formadores de opinião. O tema deste ano abordado foi “Liderança e Protagonismo”, dois pontos que na visão de muitos ainda é preciso trabalhar no Brasil.
Representando o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, o secretário de Política Agrícola, Neri Geller, declarou que o Ministério precisa ser a casa da produção. Ele salientou, ainda, que não há lugar no Mundo que não tenha a capacidade de suprir a demanda por alimentos como o Brasil.

“Estamos cuidando dos problemas da produção, da agroindústria e ao mesmo tempo abrindo mercado”, disse Geller.

Conforme o presidente da Abag, Luiz Carlos Carvalho, há cerca de cinco anos o Brasil vive de limites no setor do agronegócio, que envolve não apenas produtores, mas também a indústria, o comércio, desenvolvedoras de tecnologia, entre outros segmentos.

“Mato Grosso, por exemplo, vive no limite da logística. Lá é isso o que impede o crescimento da produção. A nossa agenda de produção sofre com limites”, destacou Carvalho.

O presidente da Abag afirmou ainda que é preciso cada vez mais buscar governança. “Menos governo e mais mercado, ou seja, menos intervenções do governo . O tributo, por exemplo, tem que ser feito de forma equilibrada para todos as cadeias do setor econômico”.

FONTE: AGRO OLHAR