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publicado em 6 de julho de 2016

Liberados R$ 6,6 bilhões para Plano Safra 2016/2017 em Mato Grosso

Colheita de soja 2014 - 1 - região Norte (SN) / Só Notícias

O Banco do Brasil anunciou a liberação de R$ 6,6 bilhões para o Plano Safra 2016/2017. O valor é referente apenas a Mato Grosso e foi apresentado pelo gerente de negócios, José Rui, e pelo superintendente em exercício do banco no estado, Alex Godoi. O montante total no país é de R$ 101 bilhões.
 Deste total estadual, R$ 4,8 bilhões são direcionados ao custeio e comercialização e R$ 1,8 bilhão para investimento. “O valor é maior do que a safra 2014/2015 em 14% e já estamos com funcionários direcionados a partir de hoje para atender todos os produtores rurais”, afirma Rui.
 Para o país, R$ 10 bilhões serão destinados a empresas e R$ 91 bilhões para crédito rural, produtores e cooperativas. Os valores representam um aumento de 10% se comparado à safra anterior.
 “Um dos maiores avanços desse plano safra foi o aumento no limite de crédito de custeio que passou de R$ 1,2 milhões para R$ 3 milhões por CPF, sendo que 60% desses recursos poderão ser captados até 31 de dezembro deste ano e os 40% restantes poderão ser captados no primeiro semestre de 2017. Por isso, esse Plano Safra é um dos mais ambiciosos dos últimos tempos”, explica o gerente de Política Agrícola e Logística da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), Frederico Azevedo.
 Outro ponto positivo, de acordo com Azevedo, foi o preço mínimo do milho no estado. “Tivemos uma vitória no aumento do preço mínimo do milho para Mato Grosso que foi aprovado pelo Conselho Monetário Nacional, passando de R$ 13,56 para R$ 16,50. Apesar de termos pleiteado um preço de R$ 18,09, o aumento de 22% no valor do preço mínimo é a demanda antiga que foi atendida e que dará suporte de sustentação ao preço do milho no mercado interno”, comenta.
Outros programas – Além do Plano Safra, o Banco do Brasil aproveitou a oportunidade para divulgar valores liberados em outras ações. No caso do Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC) serão R$ 2,2 bilhões e, por meio do Programa de Construção e Ampliação de Armazéns (PCA), R$ 1 bilhão.
O Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária (Inovagro) terá R$ 1 bilhão; o Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras terá disponível R$ 3, 8 bilhões. E Empresas do Agronegócio conta com um valor disponível de R$ 10 bilhões.
Foco no agro – Durante a apresentação dos números, o gerente de negócios Zé Rui também anunciou que até o final deste ano Mato Grosso deve receber seis agências especializadas em agronegócio.
“A abertura dessas agências mostra que Mato Grosso está na vanguarda do país no setor do agro. A decisão de iniciar a implantação delas é fruto da nossa relevância no país. Mato Grosso tem uma importância significativa e por isso temos sido observados pela nossa diretoria nesta área”.