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publicado em 14 de julho de 2016

Aprosoja orienta produtores sobre o período proibitivo:

Aprosoja orienta produtores sobre o período proibitivo

O período proibitivo de queimadas, em Mato Grosso, começa na próxima sexta-feira, 15, e vai até o dia 15 de setembro, com possibilidade de prorrogação. Diante da data, a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja/MT) orienta seus associados sobre o que é possível fazer para prevenir ou controlar incêndios nas lavouras.

O manejo do fogo é utilizado principalmente para a limpeza e controle fitossanitário. Com a umidade relativa do ar baixa e altas temperaturas de julho, o fogo no campo pode se tornar incontrolável, e por isso mesmo fica proibido nessa data. “De julho a setembro é o período mais crítico do ano, devido à seca. Mato Grosso se torna um ambiente favorável para a ocorrência de incêndios acidentais e o agricultor precisa ficar atento”, alerta a Gerente da Comissão de Sustentabilidade da Aprosoja/MT, Marlene Lima.

Para orientar seus associados, a Aprosoja/MT elaborou e divulga todo ano a ‘Cartilha de Prevenção e Combate a Incêndios’. Entre as orientações, estão, por exemplo, que a colheita de milho não seja realizada no período mais quente do dia e que seja verificada a direção do vento. “Podem parecer orientações simples, mas salvam vidas e lavouras”, explica Marlene.

Entre os equipamentos úteis aos agricultores estão caminhão ou trator-pipa cheios, bomba d’água, trator equipado com lâmina e grade, abafadores e Equipamentos de Proteção Individual (EPI), como luvas, óculos, botas e protetores respiratórios.

Em casos em que o incêndio acontecer, a cartilha da Aprosoja/MT orienta a mobilização das pessoas da fazenda e vizinhos para que o fogo não fique incontrolável. Também é necessário acionar Corpo de Bombeiros, Prefeitura Municipal ou Defesa Civil. É preciso também registrar o fato, por meio de fotos, e fazer Boletim de Ocorrência. De acordo com o Decreto Federal nº 6.514/2008, as multas variam de R$ 1.000 a R$ 50 milhões por hectare ou fração.

FONTE: DIÁRIO DE CUIABÁ