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publicado em 21 de março de 2016

Máxima em CBOT, mas dólar cai em nova sessão:

No porto de Rio Grande, as cotações já perdiam parte de sua força no início da tarde de ontem, com o produto disponível caindo 0,80% para R$ 74,50 por saca e, para o futuro, embarque entre maio e junho, queda de 0,79% para R$ 75,50.

Além disso, a queda do dólar aumenta a competitividade da soja norte-americana e estimula uma migração, mesmo que pontual da demanda. Ainda assim, a oleaginosa brasileira segue com uma enorme parcela do mercado internacional ainda garantida. Paralelamente, os produtores brasileiros evitam ainda novos e grandes negócios dado o elevado volume comercializado com antecedência nesta temporada.

Na Bolsa de Chicago (CBOT), as cotações da soja exibem sua terceira sessão consecutiva de altas nesta semana e registrando suas máximas em três meses. Por volta de 12h50 (Brasília), as posições mais negociadas subiam pouco mais de 1 ponto e ainda atuavam no patamar dos US$ 9 por bushel, com exceção do maio/16, cotado a US$ 8,99. Mais cedo, porém, os ganhos eram mais expressivos e levaram o contrato agosto/16 a bater em US$ 9,10.

Pelo terceiro dia seguido em queda, a moeda norte-americana fechou no menor valor em sete meses. O dólar comercial encerrou ontem vendido a R$ 3,582, com queda de R$ 0,072 (1,96%). A cotação está no menor valor desde 28 de agosto (R$ 3,585).

FONTE: DIÁRIO DE CUIABÁ